Nome Dino Sani
Posição Volante
Nascimento 23/05/1932
Local de nascimento São Paulo – SP
Altura 1,77
Peso 74
Carreira Palmeiras: 1949 – 1950
XV de Jaú: 1951 – 1951
Comercial (SP): 1952 – 1954
São Paulo: 1955 – 1958
Boca Juniors: 1959 – 1960
Milan: 1961 – 1964
Corinthians: 1965 – 1967
Títulos Campeonato Paulista – 1957 – São Paulo
Copa do Mundo – 1958 – Brasil
Campeonato Italiano – 1962 – Milan
Copa dos Campeões da Europa – 1963 – Milan
Classe no meio-campo
O meio-campista Dino Sani era um jogador inteligente, com capacidade organizar jogadas pelo meio de campo, além de fazer bons lançamentos para os pontas. Conhecido pelo sua qualidade e precisão no toque de bola, o jogador não só foi convocado para a seleção brasileira de futebol de 1958, como também recebeu um convite, recusado, para jogar a Copa de 1962 pela Itália.
Nascido a 23 de maio de 1932, o paulistano teve um começo tímido com a bola nos pés, debutando no Palmeiras, no ano de 1950, num time que tinha grandes estrelas da época, como Humberto Tozzi.
Sendo assim, aos 18 anos foi, por empréstimo, para o XV de Jaú, time no qual permaneceu por um ano, antes de voltar à capital, quando defendeu o Comercial. Foi nesta experiência que sua habilidade foi notada e seu futuro começou a mudar, com a contratação pelo São Paulo, já em 1954.
No tricolor, acabou recebendo a árdua missão de ficar no lugar de José Carlos Bauer. Sani começou jogando mais avançado, mas foi como volante que se estabeleceu na carreira, dando passes a outra estrela, Gino Orlando.
O primeiro título foi o Campeonato Paulista de 1957, já lhe rendendo a convocação para a Seleção que viajaria para a Copa do Mundo de 1958, na Suécia.
O reconhecimento era tanto que foi titular nas duas primeiras partidas, perdendo depois a posição para Zito, por uma lesão antes de enfrentarem a União Soviética. Ainda assim, estava garantido entre os 22 que ergueram a tão sonhada taça.
Voltando ao São Paulo, clube no qual totalizou 292 partidas e anotou 81 gols, muitos deles de falta, Dino passou a ter ofertas do exterior e foi para o Boca Juniors. Ele esteve ao lado dos compatriotas Orlando, Edson, Maurinho e Paulinho Valentim antes de partir para a Europa.
Contratado pelo Milan, venceu o Campeonato Italiano de 1962 e o Europeu de 1962/1963. Já encerrando a carreira de jogador, teve ainda uma passagem pelo Corinthians, que na ocasião estava em jejum de títulos.
A carreira de técnico começou em 1969, no mesmo Corinthians, e chegou a ser convidado para dirigir a seleção brasileira em 1970. Pelo Internacional, a partir de 1970, ganhou três Campeonatos Gaúchos. Depois, ainda comandou clubes como Goiás, Palmeiras, Boca Juniors, Peñarol, Humiuri, do Japão, e seleção do Catar.
Análise técnica
Cabeceio – Não era o seu forte.
Chute
Pé direito – Bom.
Pé esquerdo – Razoável.
Velocidade – Preferia ficar organizando o jogo do meio do campo a correr atrás da bola.
Habilidade – Volante clássico, sabia como dominar a bola.
Posicionamento – Excelente. Preparava as jogadas com muita inteligência.
Marcação – Embora tivesse atuado também como volante, seu forte era armação.
FONTE: UOL
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