DA REPORTAGEM LOCAL
O São Paulo é um dos clubes que planejam reformas em seu site oficial para otimizar sua presença on-line. “Tecnologicamente, ele está muito defasado”, diz Juliana Carvalho, diretora-adjunta de comunicação do clube.
O aspecto técnico, que torna a navegação complicada e dificulta o acesso do torcedor à página, é apenas um dos problemas evidentes. A falta de ferramentas de interação e diálogo com os usuários explica a baixa audiência gerada pelo site do time, atual tricampeão nacional.
A desatualização de conteúdos é outra deficiência da página são-paulina. A parte histórica do site está defasada desde que o historiador oficial do clube morreu, há três anos.
O modelo da reformulação são-paulina on-line é a campanha de Barack Obama, eleito presidente dos EUA em 2008, quando aproveitou intensivamente a capacidade de mobilização e conversação instantânea das redes sociais.
“No novo site, vamos fazer conteúdo muito mais para o torcedor do que para a imprensa. Queremos algo muito mais interativo”, afirma Juliana.
O Atlético-MG, cuja presença on-line foi personalizada no Twitter (o presidente do clube, Alexandre Kalil, possui um perfil no site de microblog), também deseja incluir peças interativas em seu site para potencializar o acesso dos torcedores. O clube quer ter um canal no Flickr (site de compartilhamento de fotos).
Dono de uma torcida de aproximadamente 34 milhões de pessoas, a performance do Flamengo na internet também está bem aquém de seu potencial.
Agora o clube investe na criação de uma rede social própria (a Cidadão Rubro- -Negro) e tem planos para ingressar brevemente no Twitter, que é uma febre entre os clubes de futebol.
Avançado, o Bahia produz conteúdo para celulares, plataforma que já oferece múltiplas oportunidades comerciais. (AD)
FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO
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